Pablo Gabriel Quintana

Câncer de garganta: como é feito o tratamento?

Câncer de garganta: como é feito o tratamento?

O câncer de garganta pode surgir na laringe, acometendo a supraglote, glote e subglote, e na faringe, atingindo a orofaringe e a hipofaringe. Ambos tumores estão associados ao consumo de álcool e cigarro. Para se ter uma ideia, 70% dos indivíduos com esse tipo de câncer são alcoólatras. Quando o tumor atinge a orofaringe, ele pode estar relacionado, também, ao HPV. Dados mostram que o DNA do HPV é encontrado em cerca de 60% dos cânceres nessa região, principalmente nas amígdalas. Além disso, homens com mais de 50 anos de idade são mais atingidos do que o público feminino. Assim como todo tumor, após a realização do diagnóstico e estadiamento do câncer, o médico realiza um estudo estratégico com o objetivo de traçar a melhor opção de tratamento. Para isso, ele considera, principalmente, o estágio em que o câncer se encontra. No entanto, o estado de saúde geral do indivíduo, o tipo de tumor, as chances de cura da doença e o impacto que o tratamento terá na fala, na mastigação e deglutição também são levados em consideração.

Como é feito o tratamento de câncer de garganta?

Câncer na laringe

A detecção precoce do câncer na laringe é importante porque, quanto mais cedo o diagnóstico, menor será o impacto do tratamento. A terapêutica de câncer nessa região pode afetar a respiração, a fala e a deglutição. Dessa maneira, o tratamento é realizado de acordo com a localização e a extensão do tumor, podendo ser tratado com cirurgia e/ou radioterapia, quimioterapia e radioterapia associadas. Em casos mais graves, pode ser realizada a laringectomia, ou seja, quando é necessária a retirada da laringe. Como essa cirurgia gera impacto importante na vida do indivíduo, uma vez que ela implica a perda da voz, pode-se recorrer, em um primeiro momento, à radioterapia. Em casos de tumores mais avançados, é realizada a associação de quimioterapia e radioterapia, com o objetivo de preservar a laringe. Assim, pode ser realizada a laringectomia parcial ou subtotal.

Câncer na faringe

Quando o tumor atinge a faringe, existe uma alta possibilidade de o câncer espalhar para os linfonodos. Por isso, o tratamento dos gânglios linfáticos do pescoço é recomendável. No estágio I, o tratamento inicial é realizado por meio de cirurgia com ou sem terapia para os linfonodos. Em casos recidivos, podem ser realizadas radioterapia ou quimiorradiação. Em tumores pequenos, a radioterapia é uma alternativa para tratamento principal. Quando o tumor se encontra nos estágios II, III e IV, o tratamento pode ser realizado de três formas: cirurgia de retirada da faringe, laringe e gânglios linfáticos seguida de radioterapia ou quimioterapia; tratamento com radioterapia e quimiorradiação e, em casos da persistência do tumor, é realizada a cirurgia. A outra opção é a quimioterapia de indução e, caso o tumor não diminua, é realizada a cirurgia. Quando os tumores são muito grandes ou o câncer se encontra em estado de metástase e não há como realizar a cirurgia para remoção, é realizada a radioterapia combinada com a quimioterapia ou cetuximab. Em casos avançados, o tratamento é realizado apenas com o objetivo de controlar o crescimento do tumor e de proporcionar o máximo de qualidade de vida possível para o indivíduo. O câncer de garganta gera impacto muito grande na vida do indivíduo, uma vez que o tratamento é agressivo e, em muitos casos, pode comprometer a fala e a deglutição. Por isso, o diagnóstico precoce é importante e, a qualquer sinal de alteração vocal, dor, ferida na garganta que não cicatriza, procure um médico. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Câncer de garganta: conheça 10 sinais da doença

Câncer de garganta: conheça 10 sinais da doença

O câncer de garganta pode se desenvolver na laringe, na faringe, nas amígdalas bem como em qualquer outra parte interna do pescoço. Estatísticas do Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram que o tipo mais comum é o de laringe, correspondendo a 25% dos casos de tumor da região da cabeça e do pescoço. Isso representou, em 2018, pouco mais de seis mil casos em homens, ou seja, 3% dos diagnósticos de câncer. Em mulheres, a incidência foi mais baixa: 1280 casos. Nessa região, o tipo de câncer mais comum é o carcinoma de célula escamosa, com 90% dos casos.

Conheça 10 sinais de câncer de garganta

  1. Ferida na garganta que não cicatriza (sintoma mais comum);
  2. Dor que não passa (também muito comum, mas em fases mais tardias);
  3. Nódulo persistente ou espessamento no pescoço;
  4. Irritação, dor na garganta ou sensação de que alguma coisa está presa ou entalada na garganta;
  5. Dificuldade ou dor para mastigar ou engolir;
  6. Dor de ouvido;
  7. Mudanças persistentes na voz ou respiração ruidosa;
  8. Perda de peso;
  9. Mau hálito persistente;
  10. Tosse persistente.
Os sintomas desses tipos de câncer podem variar de acordo com a região em que está localizado. Por exemplo, em casos de dificuldade para respirar, é possível que o tumor esteja localizado na faringe; quando há alterações de voz, na laringe.

O que aumenta o risco de câncer de garganta?

Uma série de fatores está associada ao desenvolvimento de câncer na garganta. Dentre eles estão:
  • excesso de gordura corporal;
  • estresse e mau uso da voz;
  • consumo de bebidas alcoólicas;
  • tabagismo;
  • exposição à poeira de madeira, amianto, óleo de corte, fuligem de carvão, poeira de cimento, de couro, cereais, têxtil, formaldeído, sílica
Os números chegam a assustar, pois pessoas que fumam têm 10 vezes mais chances de desenvolver câncer nesta região. Para pessoas que associam o cigarro e o álcool, esse índice sobe para 43.

Detecção precoce

Assim como todo câncer, detectar a doença logo no início é essencial para aumentar as chances de sucesso do tratamento. A identificação do câncer de garganta é realizada por meio de exames clínicos, laboratoriais e radiológicos, a partir dos sintomas apresentados pelo indivíduo. Por isso, é importante ficar atento a sintomas como dor de garganta, rouquidão, alteração na voz, dificuldade de engolir, sensação de caroço na garganta e nódulo no pescoço. A partir daí, o médico irá solicitar exames para a conclusão do diagnóstico. Pessoas com câncer de laringe ou em outro local da garganta que continuam a fumar e a beber têm a probabilidade de cura reduzida. Dados mostram que entre 10% e 40% dos indivíduos curados podem desenvolver outro câncer ou um segundo câncer de garganta em um outro momento. Dessa forma, é importante que haja um acompanhamento médico pelo resto da vida. Além disso, é imprescindível que o álcool e o cigarro não sejam mais consumidos por quem teve esse tipo de doença. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Dor de garganta: quando devo me preocupar?

Dor de garganta: quando devo me preocupar?

Dor, dificuldade de engolir e ardência. A dor de garganta é um sintoma comum que pode estar associado a uma série de doenças. Na maioria dos casos, ela é provocada, no entanto, por uma inflamação que atinge a faringe, a laringe ou as amígdalas. Dentre as causas estão as virais, bacterianas, alérgicas, irritativas e aquelas provocadas por refluxo.

Sintomas

Dentre os sintomas da dor na garganta, estão:
  • sensação de garganta arranhada;
  • dificuldade de engolir;
  • dor que piora ao engolir;
  • inchaço na região;
  • rouquidão;
  • pus – quando provocada por uma infecção bacteriana.

Quando devo me preocupar com a dor de garganta?

Laringite, amigdalite e faringite são doenças corriqueiras que provocam, também, a dor na garganta. Os sintomas dessas infecções são passageiros, mas, no caso de dor recorrente, é necessário investigação.

Dor Frequente

Algumas pessoas, por exemplo, são mais propensas a desenvolver amigdalite. Nelas, as amígdalas sofrem uma alteração no formato, devido ao processo de inchaço e desinchaço. Por terem mais relevo, ficam suscetíveis ao acúmulo de vírus e bactérias, por isso, estão mais suscetíveis, também, à novas infeções. Quando a inflamação das amígdalas ocorre cinco ou mais vezes no ano, pode ser indicada a sua remoção. A retirada pode ser indicada, também, nos casos em que o inchaço provoque dificuldades de respiração. O refluxo gástrico também provoca dor de garganta com frequência. Isso ocorre porque o retorno do conteúdo ácido do estômago para o esôfago, pode atingir a laringe e a faringe. Uma vez que essas regiões não estão preparadas para o contato com o líquido ácido, sofrem uma inflamação crônica. Pigarro, tosse crônica e rouquidão são outros sintomas que surgem devido à dor na garganta provocada pelo refluxo.

Dor permanente

O problema surge quando as dor de garganta não cessa. Nesse caso, pode ser um indicativo de tumor na região. Com alto índice de mortalidade, o câncer de garganta mais comum é o da laringe. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse tipo de tumor corresponde a 25% dos casos da doença na região da cabeça e do pescoço. Dentre os sintomas de um câncer de garganta, além da dor, há tosse persistente, ferida na garganta que não cicatriza, rouquidão, dificuldade e dor ao engolir, dor de ouvido, dificuldade para respirar, bem como perda de peso e nódulo no pescoço. Esse tipo de tumor é mais incidente em homens com mais de 50 anos, com histórico de tabagismo e consumo excessivo de bebidas alcoólicas. No entanto, excesso de gordura corporal, mau uso da voz e exposição a certos tipos de substâncias também estão associados ao aparecimento de câncer de garganta. Alterações na garganta merecem atenção. Entretanto, na maior parte das vezes, dor, rouquidão e tosse são sintomas simples sejam eles provocados por uma inflamação ou por um refluxo gastroesofágico. No entanto, é preciso ficar atento, principalmente se você estiver no perfil associado ao câncer de garganta e se os sintomas não cessarem com o tratamento indicado pelo médico. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Lesões na boca e HIV: qual a relação?

Lesões na boca e HIV: qual a relação?

Você sabe qual a relação entre lesões na boca e HIV? O HIV é o vírus que provoca a Aids. Ele ataca o sistema imunológico e, por isso, não permite que o organismo se defenda de doenças. Nos últimos oito anos, o Brasil enfrentou um aumento de 21% de novas infecções por HIV. Em 2018, foram 53 mil novos casos. Após a contágio e o período de incubação, que pode durar até seis semanas, surgem os primeiros sintomas, que são semelhantes a uma gripe. A Síndrome de Imunodeficiência é caracterizada por um conjunto de sintomas provenientes da queda da taxa de linfócitos CD4, essenciais para a defesa imunológica. Dessa forma, quanto mais a doença avança sem tratamento, mais o sistema imunológico fica comprometido. Assim, mais frágil o organismo torna-se para se defender de infecções, fazendo com que o aparecimento de doenças oportunistas seja comum. Elas podem ser provocadas por vírus, bactérias, fungos e parasitas, causando uma série de problemas, inclusive, lesões na boca. Uma vez que o organismo do indivíduo com HIV está mais suscetível a infecções, uma simples lesão bucal pode acarretar uma série de complicações, como o amolecimento e a perda dos dentes. Visto que a boca é um local sensível, ela pode apresentar os primeiros indícios de que há algo errado no organismo. Algumas doenças podem, portanto, se manifestar via bucal antes mesmo de que a pessoa tenha ciência de que tem o vírus.

Lesões na boca provenientes do HIV

É muito comum que indivíduos com HIV contraiam lesões e outros problemas bucais como, por exemplo, candidíase bucal, conhecida popularmente como sapinho, herpes labial, leucoplasia pilosa, aftas e gengivite. Apesar de serem relativamente simples, nesses indivíduos, podem provocar complicações. O câncer é outra patologia que está associada ao HIV e às lesões bucais. Os mais comuns são:

Sarcoma de Kaposi

É um câncer que atinge os tecidos dos vasos sanguíneos e linfáticos. Ele se origina das células endoteliais como resposta à infecção por herpesvírus humano 8. O sarcoma é a neoplasia mais comum associada ao vírus HIV e, em muitos casos, é a primeira manifestação da Aids em um indivíduo. A versão provocada pelo HIV costuma ser, no entanto, mais agressiva do que o tipo clássico da doença. O Sarcoma de Kaposi acomete as mucosas, linfonodos e sistema gastrointestinal, provocando manchas, lesões e pequenos nódulos. As lesões na boca são comuns em indivíduos com esse perfil, fazendo com que o câncer se manifeste no palato e na gengiva, principalmente.

Linfoma não Hodgkin

Em indivíduos com HIV, a incidência desse linfoma chega a ser de 50 a 200 vezes maior. Quando acomete a boca, o LNH atinge, frequentemente, a gengiva, o palato e a língua. As lesões surgem com a característica de massas de tecido mole, firmes e podem tanto ser indolores quanto apresentar algum tipo de sintomatologia. Quando aparecem na boca, os linfomas podem tornar-se ulcerados, sendo semelhantes ao carcinoma de células escamosas. A relação entre o vírus do HIV e lesões na boca pode ser, em um primeiro momento, não tão evidente assim. A falta de conhecimento e o tabu acerca do tema faz com que a população não tenha ciência da gravidade da imunossupressão. As lesões podem ser simples em indivíduos saudáveis, mas no imunodeprimido, pode significar sérias complicações e, até mesmo, câncer. Fique atento e, a qualquer sinal de lesão na boca que não apresente cura, procure um médico. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Sarcoma de Kaposi: conheça este câncer que pode afetar a boca

Sarcoma de Kaposi: conheça este câncer que pode afetar a boca

O Sarcoma de Kaposi é um tipo de câncer que pode surgir na pele, nas mucosas orais e em alguns órgãos internos, como nódulos linfáticos, pulmões e sistema digestivo. Esse tipo de sarcoma é um tumor maligno que acomete o endotélio vascular. Ele se origina das células endoteliais, como resposta à infecção por herpesvírus humano 8, e é comum em pessoas com sistema imunológico reprimido. Esse tipo de tumor é um câncer raro e pouco fatal. No entanto, em indivíduos que estão com o sistema imunológico altamente comprometido, o índice de mortalidade é alto. Quando se instaura na boca, esse sarcoma pode atingir a gengiva, a parte interna das bochechas, lábios, língua e amígdalas.

Tipos de Sarcoma de Kaposi

O sarcoma de Kaposi atinge quatro grupos distintos de indivíduos e o seu desenvolvimento clínico é diferente em cada um desses grupos. Portanto, ele pode ser:
  • Clássico: que acomete, geralmente, homens com idade avançada e com origem italiana, leste-europeia e judaica.
  • Endêmico: ocorre, geralmente, em um local específico em algumas regiões da África, afetando tanto adultos quanto crianças.
  • Imunossupressão: esse tipo atinge pessoas que têm o sistema imunológico debilitado por imunossupressores prescritos após algum transplante de órgão.
  • Aids: esse tipo é epidêmico e afeta pessoas com Aids, uma vez que o sistema imunológico desses indivíduos também se encontra debilitado.

Sintomas do Sarcoma de Kaposi

O sarcoma se desenvolve lentamente na forma clássica da doença. Para o tipo que está associado à Aids, os sintomas são mais agressivos e, por isso, pode evoluir com mais rapidez. Na mucosa oral, nas genitálias e na pele, esse tipo de câncer provoca lesões cutâneas e nódulos em alto relevo. Elas podem ser vermelhas, violetas e marrons. Outra característica de tais lesões é que elas podem se abrir e sangrar com facilidade, provocando, assim, ulcerações.

Diagnóstico

O aspecto das lesões provocadas pelo sarcoma é muito característico. Por isso, o médico as reconhece com facilidade. No entanto, é realizada uma biópsia por punção, com o objetivo de confirmar o diagnóstico. Para isso, o médico retira um pedaço da pele lesionada e envia para o laboratório. Em pessoas imunossuprimidas, seja por causa da Aids ou de medicamentos, são realizados outros tipos de exame para confirmar o diagnóstico. Dessa maneira, exames como a tomografia computadorizada podem ser solicitados.

Tratamento do Sarcoma de Kaposi

O tratamento para esse sarcoma é realizado de acordo com o tipo que acomete o indivíduo. Por exemplo, em idosos que têm poucas lesões, os tumores podem ser retirados cirurgicamente. Além disso, podem ser usados quimioterápicos e outros tipos de medicamentos tópicos para o tratamento das lesões em locais como a boca. Esse tipo de câncer pode ser tratado, também, com crioterapia, excisão cirúrgica, curetagem, terapia fotodinâmica, radioterapia e quimioterapia. Em indivíduos com Aids, a quimioterapia deve ser realizada com cautela, uma vez que o enfraquecimento imunológico que ela provoca pode colocá-los em risco. De modo geral, alguns perfis de indivíduos com Sarcoma de Kaposi convivem bem com a doença, uma vez que, mesmo com o tratamento, pode haver a reincidência. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Vírus linfotrópico da célula humana (HTLV): conheça os sintomas da doença

O Vírus Linfotrópico da Célula Humana (HTLV) é provocado por um retrovírus da mesma família que o HIV. Ele também ataca o sistema imunológico e não pode ser eliminado do corpo. Ainda pouco difundido, o vírus é mais comum no Japão, Caribe e alguns países africanos. No Brasil, a maior incidência está na Bahia, seguida por Rio de Janeiro, Pará e Rio Grande do Sul, segundo dados do Ministério da Saúde. Ainda de acordo com o órgão, acredita-se que, no país, cerca de 800 mil pessoas estejam contaminadas com o vírus. Diferente do HIV, o Vírus Linfotrópico não é tão agressivo. Por isso, apenas de 3% a 5% dos indivíduos infectados desenvolvem alguma patologia ocasionada por ele.

Tipos de Vírus Linfotrópico da Célula Humana

Há dois tipos de Vírus Linfotrópico da Célula Humana.

Tipo 1

O primeiro tipo do vírus pode provocar doenças neurológicas graves e degenerativas, como paraparesia espástica tropical. Além disso, o vírus está associado, também, a patologias hematológicas, como leucemia e o linfoma de células T humana do adulto (ATL) e síndrome de Sjögren.

Tipo 2

O tipo dois ainda não foi associado a nenhuma patologia.

Formas de contágio do HTLV

A transmissão desse retrovírus é semelhante à do HIV. Ou seja, a principal forma de contágio é por meio de relação sexual desprotegida. Além disso, transfusões de sangue, aleitamento materno, transmissão durante o parto e uso compartilhado de agulhas e seringas também podem transmitir vírus. 

Sintomas

O vírus é assintomático. Apenas de 3% a 5% das pessoas infectadas desenvolvem alguma doença provocada por ele. Por isso, quando os sintomas se manifestam, pode indicar alguma patologia. Quando afeta o sistema neurológico, podem surgir sintomas como:
  • dificuldade de urinar;
  • dor nos pés, panturrilha e coluna lombar;
  • fraqueza, dormência e formigamento nos membros inferiores.
Nos casos em que o retrovírus desenvolve leucemia e linfomas, é importante ficar atento a sinais como:
  • lesões cutâneas;
  • descamação;
  • gânglios inchados;
  • alterações visuais;
  • perda de peso;
  • infecções frequentes ou graves;
  • desconforto abdominal;
  • inchaço no abdômen;
  • fadiga .

Diagnóstico e tratamento do HTLV

O diagnóstico é realizado apenas por exame sorológico específico para pesquisa de anticorpos anti-HTLV-1/2 no sangue. Para isso, é realizado o teste de Elisa e, em caso positivo, deve-se fazer, também, um teste de confirmação e diferenciação de anticorpos anti-HTLV-1 e anti-HTLV-2. Não há tratamento específico para a infecção, uma vez que o risco de desenvolvimento de doença associada ao Vírus Linfotrópico da Célula Humana é baixo. No entanto, o indivíduo deve realizar acompanhamento médico especializado, com o objetivo de monitorar, diagnosticar e tratar precocemente doenças que possam surgir. Apesar de o índice de desenvolvimento de doenças associadas ao HTLV ser baixo, o retrovírus não pode ser negligenciado. Ainda que com poucas chances, ele pode provocar uma série de doenças, como câncer (leucemia e linfoma), além de doenças neurológicas graves e degenerativas. Por isso, é importante evitar o contágio. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Olho e boca seca? Você pode ter a Síndrome de Sjögren

Olho e boca seca? Você pode ter a Síndrome de Sjögren

A secura nos olhos e na boca pode ter diversas origens. Uma delas é a Síndrome de Sjögren, conhecida também como exocrinopatia autoimune ou, simplesmente, síndrome seca. Ela ocorre devido a uma infiltração em glóbulos brancos, mais especificamente nos linfócitos, nas glândulas exócrinas. É uma patologia rara, que afeta, em todo mundo, 2% da população. Além disso, mulheres acima de 40 anos são as mais atingidas, totalizando 90% dos casos. Como toda condição autoimune, essa síndrome também ataca células saudáveis do corpo humano. Na exocrinopatia autoimune, na maioria dos casos, as glândulas mais afetadas são as lacrimais e salivares. No entanto, ela também pode afetar articulações, músculos, tireoide, rins, fígado, pulmão, pele e nervos. As glândulas salivares e lacrimais são, justamente, as primeiras a serem afetadas. Por isso, o primeiro e mais comum indício da patologia é a secura dos olhos e na boca, uma vez que há queda na produção de saliva e lágrimas.

Tipos

A síndrome é classificada em dois tipos:
  • Primária: ocorre quando a condição não está associada a outra patologia.
  • Secundária: nesse caso, o indivíduo apresenta outras patologias reumatológicas autoimunes como, por exemplo, artrite reumatoide, lúpus eritematoso sistêmico, vasculite, esclerodermia e tireoidite de Hashimoto.

Sintomas da Síndrome de Sjögren

O principal sintoma da síndrome é a secura nos olhos e na boca. Por isso, o indivíduo pode ter a sensação de que os olhos estão com areia, além de ardor, coceira, vermelhidão e fotofobia. Há, ainda, a chance de se desenvolverem outros problemas provocados pela falta de lubrificação ocular, como infecções e úlceras. A falta de lubrificação na boca pode, também, causar uma série de problemas, uma vez que a escassez de saliva prejudica o ato de mastigar e engolir, contribuindo para o surgimento de cáries e infecções. Além disso, as glândulas parótidas também podem ser afetadas, provocando episódios recorrentes de caxumba. A Síndrome de Sjögren pode afetar várias células e tecidos, assim ela pode provocar, também:
  • pele seca;
  • dor nas articulações;
  • secura vaginal;
  • alergias;
  • alterações gastrintestinais;
  • problemas renais;
  • alterações pulmonares como bronquite, tosse seca, falta de ar, rouquidão;
  • neuropatias como dormência, formigamento nas mãos e nos pés e perda da memória;
  • fadiga extrema.

Diagnóstico e tratamento da Síndrome de Sjögren

Visto que os principais sintomas (olho e boca secos) são problemas comuns e podem ser provocados por uma série de fatores como outras patologias, umidade relativa do ar e uso de medicamentos, é primordial que sejam feitos testes para um diagnóstico preciso. Para isso, são realizados exames de sangue, sialograma, ultrassonografia e cintilografia salivar. Além disso, para averiguar o ressecamento do olho, são realizados exames como o teste de Schirmer e Rosa de Bengala. Não há cura para a Síndrome. No entanto, o tratamento é realizado com o objetivo de amenizar os sintomas e, assim, melhorar a qualidade de vida do indivíduo. Por isso, para contribuir com a lubrificação dos olhos e da boca, podem ser usados colírios e substitutos de saliva. Além disso, anti-inflamatórios, corticoides e/ou imunossupressores também podem ser prescritos em caso de inflamações provocadas pela falta de lubrificação. É muito importante que o indivíduo diagnosticado com Síndrome de Sjögren ingira bastante água ao longo do dia. O uso de umidificadores em ambientes internos, hidratantes nos lábios e no corpo, alimentação saudável, bem como uso de soro fisiológico também contribuem no controle dos sintomas da Síndrome. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Sialadenite: o que causa a doença e como tratar?

Sialadenite: o que causa a doença e como tratar?

O ser humano tem três principais glândulas salivares: as parótidas, localizadas nas laterais do rosto; as submandibulares, embaixo da mandíbula; e as sublinguais, localizadas abaixo da língua. Tais glândulas utilizam dutos para levar a saliva até a boca. No entanto, quando há algum bloqueio no fluxo salivar, trata-se de um quadro de inflamação, denominado sialadenite. Dessa maneira, a inflamação pode ocorrer devido a uma infecção, a cálculos ou distúrbios autoimunes adjacentes. A doença, que geralmente atinge as glândulas parótidas e submandibulares, deixa a região inchada e dolorosa. Além disso, pode ficar vermelha e sensível. A inflamação das glândulas salivares atinge, normalmente, pessoas com mais de 60 anos, quem têm alguma doença crônica, síndrome de Sjögren ou tenham passado por tratamento de radioterapia ou terapia com iodo radioativo. Pessoas com problemas alimentares, como a anorexia, por exemplo, também podem desenvolver a inflamação das glândulas salivares.

Quais são os sintomas da sialadenite?

Dentre os sintomas da inflamação, estão:
  • inchaço na região da bochecha e pescoço, principalmente depois de comer;
  • dor na boca ou no rosto;
  • boca seca;
  • paladar ou sensação de gosto ruim na boca;
  • febre;
  • arrepios;
  • vermelhidão na lateral do rosto ou na parte superior do pescoço;
  • pus na boca.

O que causa sialadenite?

A inflamação das glândulas salivares ocorre, geralmente, em casos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido. Além disso, pessoas com baixa nutrição, desidratação, que estejam doentes ou passando pela recuperação de alguma cirurgia também estão suscetíveis à inflamação. No entanto, de maneira geral, a patologia é provocada quando há pouco fluxo de saliva, uma vez que o ambiente se torna mais propício para a proliferação de vírus e bactérias. Normalmente, as bactérias Streptococcus e a Staphylococcus aureus são os agentes associados à inflamação. A patologia pode ser provocada, também, pelo entupimento das glândulas, impedindo que a saliva seja expelida pelos dutos. Além disso, a radioatividade utilizada no tratamento de câncer da tireoide também pode provocar a inflamação. Dentre as causas estão também a Síndrome de Sjögren ou utilização de medicamentos como anti-histamínicos, betabloqueadores ou diuréticos.

Como tratar a inflamação das glândulas salivares?

O diagnóstico da inflamação das glândulas salivares é feito por meio de exames como tomografia computadorizada, ultrassonografia e ressonância magnética. O médico pode, também, solicitar extração de material para cultura. O tratamento para a inflamação das glândulas salivares é simples e dura, geralmente, cerca de dez dias. A fim de tratar a patologia, é necessário que o indivíduo adote bons hábitos de higiene bucal. Além disso, a ingestão de líquidos, principalmente água, é fundamental para aumentar a salivação. Ainda com esse objetivo, o indivíduo pode recorrer ao consumo de balas e demais alimentos que contribuam para o aumento da produção de saliva. Os casos bacterianos devem ser tratados com antibióticos. Medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos também podem ser receitados com o objetivo de aliviar a dor. No entanto, quando a sialadenite torna-se um problema crônico e as inflamações são recorrentes, pode ser indicada uma cirurgia para remoção parcial ou total da glândula. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!
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Colesteatoma: sintomas, causas e tratamentos

Colesteatoma: sintomas, causas e tratamentos

Colesteatoma é um tumor benigno formado por células da pele, que crescem dentro da cavidade do ouvido. Johannes Mueller, em 1838, foi o primeiro cientista a descrever as características dessa doença. Desde então, muito vem se estudando. Hoje, sabe-se que cerca de 3 crianças em cada 100 mil são afetadas anualmente pela doença. Trata-se de um tumor que pode ficar no interior do ouvido ou invadir ossos do crânio. Se não tratado, portanto, pode ocasionar consequências graves, como a surdez. Uma das causas do colesteatoma é a permanência da otite média aguda, uma das infecções mais comuns durante a infância.

Quais as causas do colesteatoma?

O colesteatoma pode ser congênito, isto é, a criança já nasce com a condição; ou pode ser adquirido, quando se desenvolve após alguma doença. Em seguida, vamos explicar como cada tipo surge. O tipo congênito ocorre apenas em 2% dos casos. Ele surge de erros na formação embriológica, quando a criança ainda está dentro do útero materno. Geralmente, não causa muitos comprometimentos, sendo diagnosticado aos quatro anos de idade. Em contrapartida, o colesteatoma adquirido é mais comum e resulta da otite média aguda. Popularmente conhecida como infecção de ouvido, esta é uma das doenças mais comuns da infância, principalmente na faixa etária até dois anos. Ela é tão frequente, que cerca de 80% das crianças abaixo de três anos terão pelo menos um episódio de otite média aguda. Normalmente, ela surge após alguma infecção da cavidade oral ou do nariz. As bactérias migram até o ouvido, causando dor, febre e secreções, que podem sair pelo ouvido. Quando esses sintomas persistem por mais de três meses, a infecção é considerada crônica, podendo ter o colesteatoma como uma consequência desse processo.

Quais são os sintomas de colesteatoma e como é o diagnóstico?

Um dos principais sintomas é a otorreia, isto é, secreção amarelada que sai pelo ouvido. Ela costuma ser constante, com odor forte e com pequenas manchas de sangue. A criança também se queixa de escutar zumbidos ou de sentir que o ouvido está entupido. A diminuição da audição é o sintoma mais comum no colesteatoma congênito e pode levar à surdez. O colesteatoma pode crescer em direção aos órgãos vizinhos do ouvido, como os ossos do crânio, por exemplo. Assim, ouros sintomas podem surgir, como dor de cabeça e paralisia facial. O médico faz o diagnóstico após exame clínico e análise de tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. Nesses dois exames, aparecem imagens típicas e bem sugestivas de colesteatoma. Contudo, a ressonância é mais utilizada para identificar tumores reincidentes, após o tratamento. Exames audiométricos também são feitos, principalmente quando se deseja o tratamento cirúrgico.

Como é o tratamento do colesteatoma?

O tratamento do colesteatoma é cirúrgico. Ele visa a dois objetivos: o primeiro é a retirada completa do tumor. O segundo é a preservação ou melhora do sistema auditivo e dos ossos do crânio. Se não tratado, a criança corre risco de desenvolver meningite, mastoidite e surdez.

Quando procurar o médico?

O tratamento precoce do colesteatoma evita que suas complicações prejudiquem a criança. Como o aparecimento mais comum desse tumor é após a persistência de otite média aguda, o melhor a se fazer é evitar que a criança desenvolva infeção de ouvido por longos períodos. Consultas periódicas são fundamentais para avaliar a saúde como um todo. Além disso, sempre que a criança desenvolver algum sintoma, deve-se consultar o médico o mais rapidamente. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo.
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Bócio: quais são as causas e tratamentos do distúrbio?

Bócio: quais são as causas e tratamentos do distúrbio?

Você sabia que um dos principais sinais de problemas na tireoide é o bócio? A tireoide é uma das glândulas mais importantes dos seres humanos. Ela se localiza na região do pescoço e produz os hormônios T3 (triiodotireonina) e T4 (tiroxina ou tetraidodotixonina ou levotiroxina), que regulam todo o funcionamento dos órgãos e do organismo. Por ser tão importante, qualquer alteração no funcionamento da tireoide implica em consequências para o metabolismo. Isso pode gerar sintomas de hiperestimulação da glândula como, por exemplo, palpitação, ansiedade, insônia, quanto de estagnação, como fraqueza, cansaço e desânimo. O bócio consiste em aumento do tamanho da glândula, que se manifesta por uma papada grande e saliente na região do pescoço. O bócio ocorre devido às principais doenças da tireoide, que serão descritas em seguida.

Bócio tóxico difuso ou Doença de Graves

A Doença de Graves é uma das principais causas de hipertireoidismo. Essa é uma doença autoimune, que acomete principalmente mulheres de vinte a quarenta anos de idade. Os pacientes, em geral, possuem histórico familiar para a doença. Juntamente com o bócio, podem ocorrer outros sintomas como, por exemplo, espessamento da pele em determinados locais do corpo, ou olhos saltados, além de alterações nos dedos das mãos. O bócio, nesse contexto, é mais difuso e simétrico. Para se realizar o diagnóstico de bócio tóxico difuso são necessários avaliação médica e exames de sangue. O tratamento, geralmente, é feito com medicamentos e consultas periódicas, a fim de se avaliar a remissão dos sintomas.

Tireoidite de Hashimoto

A tireoidite de Hashimoto é a causa mais comum de hipotireoidismo. É também uma doença autoimune que acomete mulheres adultas. Os sintomas são muito amplos, sendo, portanto, necessária a investigação com exames médicos em pessoas com maior risco. A papada cresce devagar até se tornar grande, caso não haja tratamento. O tratamento é feito com medicações específicas para essa condição.

Bócio multinodular

Caracterizado pela formação de vários nódulos, de tamanhos diversos, na glândula tireoide. Eles são os responsáveis pelo crescimento da tireoide e surgimento do bócio ou papada. Esse tipo predomina em mulheres idosas e pode crescer consideravelmente. Os nódulos podem ou não acarretar aumento da produção de T3 e T4. Por isso, é importante o acompanhamento com um médico especialista. Os sintomas mais comuns desse tipo estão relacionados com o coração e os vasos sanguíneos. O tratamento definitivo é a cirurgia, principalmente se houver compressão de estruturas do pescoço pelo bócio.

Bócio uninodular, doença de Plummer ou adenoma tóxico

Existem três nomes que se referem à incidência de apenas um nódulo na tireoide, capaz de gerar a papada e de produzir quantidades muito grandes dos hormônios T3 e T4: bócio uninodular, doença de Plummer ou adenoma tóxico. Essa condição também é mais comum em mulheres idosas, sendo que os sintomas aparecem quando o nódulo é maior que 3 cm. O tratamento pode ser realizado com iodo radioativo ou com métodos cirúrgicos pouco invasivos.

Bócio difuso atóxico

Diferente dos demais, esse tipo é causado pela pouca ingestão de alimentos que contém iodo. Por isso, a glândula cresce, tentando captar qualquer quantidade de iodo que chegue nela. Desde que o governo brasileiro determinou que se adicionasse iodo no sal de cozinha, o bócio difuso atóxico se tornou muito raro no país.

Quando procurar o médico?

De acordo com o exposto, existem várias causas para o crescimento do bócio, aquela papada que se desenvolve no pescoço. Logo, é muito importante consultar um médico especialista, caso se identifique alguma chance de desenvolver bócio ou haja algum dos sintomas descritos. Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter, e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto. Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo.
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