tonturas e vertigens

Tudo o que você precisa saber sobre tonturas e vertigens

Pense bem qual foi a última que você teve tonturas e vertigens? Se esse quadro se manifesta com frequência está na hora de fazer um check up. 

Mas antes disso fique atento a alguns sinais. Ainda mais porque há diversos fatores envolvidos nesse campo.

Para começar os termos, por si só são imprecisos, a tontura, por exemplo  tanto pode ser sinônimo do desmaio como ainda:

Já a vertigem, em regra, indica falso movimento como se objetos ao redor se movessem Tanto uma como a outra têm potencial para causar náuseas e vômitos.

Assim como quedas perigosas e movimentos involuntários. Se forem persistentes, decerto, envolvem o sistema nervoso, algo que exige especial atenção.

Então, se sua vida anda “vertiginosa” leia este artigo e entenda mais sobre esse assunto. Mantenha-se informado para controlar melhor essas crises. 

Tonturas e vertigens: eventos associados

Há indícios de que as vertigens tenham relação com distúrbios do ouvido interno e do cérebro. Isso porque essas áreas se destacam pela manutenção do equilíbrio. Observe, portanto, se além das crises você costuma sofrer com zumbidos repentinos e ainda audição reduzida.

Em relação à tontura o diagnóstico costuma ser mais complexo. Mesmo porque pode estar associada à enxaqueca e ainda:

  • labirintite;
  • ser causada pelo uso contínuo de certos remédios;
  • assim como ser efeito adverso de drogas;
  • decorrente da insônia persistente;
  • resultado de uma alimentação deficiente.

Motivo de alerta

Quem enfrenta ambos sintomas com intervalos breves, de até duas semanas, deve se ater ao fato. Ainda mais se apresentar antes ou depois das crises:

  • dor de cabeça latejante;
  • desconforto cervical;
  • insegurança ao andar;
  • inconsciência;
  • paralisia temporária;
  • surdez atípica;
  • dificuldade ao engolir.

Emergência

A observação na primeira hora seguinte à crise é fundamental, se justifica quando a desorientação persiste. Mais preocupante ainda quando houver vômito em jato. Em ambos casos é essencial o auxílio da emergência. 

Cabe ao acompanhante relatar a preexistência dessas ocorrências. O que, curiosamente, é omitido, pois sabe-se que apenas 6% das consultas ao médico citam episódios de tonturas e vertigens. Com certeza, são eventos subnotificados de forma geral.

Tonturas e vertigens: risco tumoral

Embora seja raro, essas ocorrências podem esconder eventos mais graves como cânceres de cabeça e pescoço. Observados, sobretudo, em estágios severos da nasofaringe.

Assim, vale investir no diagnóstico específico e consultar um especialista dessa área. Principalmente, se houver histórico desses tipos de tumores na família. Há ainda outros fatores de risco que colaboram para esse quadro como:

  • tabagismo;
  • alcoolismo;
  • exposição permanente a substâncias cancerígenas;
  • infecções no ouvido sem melhora;
  • HPV positivo;
  • ter tido mononucleose infecciosa.

De qualquer forma esses eventos não devem ser negligenciados, pelo contrário receber a merecida atenção. 

Ainda, observa-se maior incidência em pessoas acima dos 70 anos. Mais um motivo para se preocupar, já que muitos deles já enfrentam dificuldade para se equilibrar. Assim, a alta propensão à queda combinadas aos eventos citados traz consequências graves e incapacitantes.

Quer saber mais? Estou à disposição para solucionar qualquer dúvida que você possa ter e ficarei muito feliz em responder aos seus comentários sobre este assunto.

Leia outros artigos e conheça mais do meu trabalho como cirurgião de cabeça e pescoço em São Paulo!

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