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Diferença entre biópsia e punção de linfonodo

Diferença entre biópsia e punção de linfonodo
Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)
08/02/2024

Procedimentos como biópsia e punção de linfonodo são importantes para descartar ou confirmar diagnósticos de malignidade

Os linfonodos são pequenas estruturas que se agrupam em “cadeias” linfonodais posicionadas em regiões estratégicas: próximo às principais “portas de entrada” de infecções e corpos estranhos no organismo humano. Assim, não é incomum que os linfonodos sofram um aumento de tamanho devido ao processo imune que ali se instala durante o combate a agentes infecciosos.

Nesses casos, pode haver dúvida diagnóstica quanto à benignidade do quadro, sendo necessário recorrer a exames específicos, como biópsia e punção de linfonodo.

Após saber qual o procedimento é indicado para você, entre em contato conosco!

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O que é a biópsia ou punção PAAF de linfonodo?

A biópsia de linfonodo, punção por agulha grossa (Core biopsia) e a punção aspirativa por agulha fina (PAAF) são procedimentos médicos utilizados para obter amostras de tecido ou de células linfonodais que possam ser enviados para análise laboratorial, onde será confirmado ou descartado o diagnóstico de doenças linfáticas, células cancerígenas ou infecções agudas.

Assim, cabe ao cirurgião de cabeça e pescoço avaliar as informações clínicas e os exames de imagem do paciente para decidir entre biópsia e punção de linfonodo como forma inicial de investigação diagnóstica, principalmente quando os linfonodos aumentados estão na região cervical, auricular, submandibular ou supraclavicular.

Qual a diferença entre biópsia e punção (PAAF) de linfonodo?

Compreender as diferenças entre biópsia e punção de linfonodo é importante para que o médico saiba qual procedimento lhe trará melhores respostas e o que esperar com a análise do material. Além disso, quanto mais o paciente compreender o objetivo dos exames e as hipóteses diagnósticas de seu quadro, melhor ele entenderá sua própria condição médica.

Como é feita a biópsia de linfonodo

A biópsia de linfonodo é um procedimento que consiste em remover um pequeno fragmento do linfonodo aumentado e enviar ao laboratório para que o patologista possa avaliar a estrutura e definir se há algum grau de malignidade naquelas células — ou seja, se é um caso de câncer. Para isso, a biópsia é feita através de uma incisão cirúrgica (biópsia aberta) na região acometida. Este procedimento pode ser realizado com anestesia local, sedação ou anestesia geral dependendo do caso.

Este procedimento permite obter maior quantidade de material representativo para análise posterior, já que em alguns casos também podem ser necessárias novas análises histológicas como revisão ou outros exames como a imuno-histoquímica.

A obtenção de amostra para cultura segue também este procedimento cirúrgico, já que serão colhidas várias amostras para identificar os diferentes tipos de doenças bacterianas ou fúngicas.

Como é feita a punção de linfonodo (PAAF)

A punção aspirativa por agulha fina (PAAF) é um procedimento menos invasivo e que permite ao médico aspirar uma pequena quantidade de células ou fluidos do linfonodo — e não o fragmento desse órgão —, materiais que também devem ser enviados para avaliação laboratorial. Vale destacar, também, que geralmente, a PAAF é guiada por ultrassom para garantir maior precisão e menor complicação ao procedimento.

Cabe orientar que uma variante da PAAF é a biopsia por agulha grossa, que permite uma retirada maior de material e é realizada sob anestesia local. No entanto, o procedimento precisa ser discutido com seu médico para saber se essa biopsia á adequada ao seu caso.

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Como saber qual exame é o indicado realizar?

A decisão entre biópsia e punção de linfonodo depende principalmente da situação clínica do paciente, de tal forma que o cirurgião de cabeça e pescoço deve sempre considerar os seguintes critérios e variáveis para optar corretamente entre biópsia e punção de linfonodo:

  • Tamanho do linfonodo;
  • Quantidade de linfonodos ou cadeias acometidos;
  • Localização do linfonodo;
  • Suspeita de malignidade;
  • Condições clínicas e comorbidades do paciente.

Ou seja, a partir de uma avaliação completa do paciente e da hipótese diagnóstica, o médico deve escolher entre biópsia e punção de linfonodo e assim optar pelo procedimento mais apropriado para obter as informações necessárias e definir a conduta terapêutica.

Qual profissional realiza ambos os procedimentos?

Algumas especialidades médicas são mais bem preparadas para realizar a biópsia e punção de linfonodo, sendo que os principais profissionais habilitados e com experiência prática para esses procedimentos são o cirurgião de cabeça e pescoço e o radiologista intervencionista.

Ou seja, a escolha do especialista e da opção entre biópsia e punção de linfonodo depende também do tipo de cadeia linfonodal acometida, sendo que os linfonodos cervicais, auriculares, submandibulares e supraclaviculares são alguns dos exemplos de material que deve ser avaliado e coletado pelo cirurgião de cabeça e pescoço.

Entre em contato com o Dr. Pablo Quintana e agende já sua consulta.

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Fonte:

Dr. Pablo Quintana